Projeto de lei altera o Estatuto da Criança e do Adolescente, proibindo os pais de aplicarem o castigo físico a crianças e adolescentes



A comissão especial da Câmara aprovou na tarde desta quarta-feira (14) proposta encaminhada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que proíbe o uso de castigos corporais em crianças e adolescentes. Opositores do projeto - também chamado de "Lei da Palmada" - os evangélicos saíram derrotados da votação. O texto aprovado, que irá direto para o Senado, sem passar pelo plenário da Câmara, estabeleceu o conceito de castigo corporal, um meio termo entre "agressão corporal" e "castigo".


Então agora esta bem claro: castigo corporal é algo entre uma agressão corporal e um castigo.
Obrigado senhores deputados!

Outra mudança feita foi a substituição da palavra "dor" por "sofrimento". Os evangélicos não queriam nem um dos dois termos, por entender que são conceitos subjetivos e impediriam qualquer tipo de punição aplicada pelos pais. O deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) chegou a apresentar destaque para excluir a palavra "sofrimento", mas foi derrotado por 12 votos a dois.

Na noite do mesmo dia, descobri que eu sou evangélico.


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